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Estudante de Direito
Paulo Miranda Pereira
Fortaleza (CE)
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Paulo Miranda Pereira
Comentário ·
há 11 anos
“Impeachment” de Dias Toffoli chega bem fundamentado ao Senado Federal! E aí?
Leonardo Sarmento
·
há 11 anos
Apesar da aula de direito processual, eu só percebi de início um possível vício de afastamento do princípio do juiz natural. Assunto que não é inteiramente do meu domínio. Não me é claro se os critérios são objetivos; se um juiz pode ser penalizado, nestes caso, por apenas decidir sobre a questão.
Outro ponto para mim obscuro é a alegação "suspeito na causa", nestes casos, indiferente de estar julgando ou não, os suspeito não deveriam estar no polo passivo?
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Paulo Miranda Pereira
Comentário ·
há 11 anos
Ou então somos todos ladrões
Léo Rosa
·
há 11 anos
Desculpe-me, mas não entendi. Inicialmente, foi colocado que o ativismo petista na época de FHC era incoerente, pois ele inaugurava um conceito de controle acusativo, mas sem fundamentação. Nos parágrafos seguintes, a visão do autor parece ter modificado, pois a situação se inverte e o ativismo político seguindo o mesmo formato passa ser coerente. Mais difícil de entender é a cobrança no tempo. Retroceder além do período de doze anos parece incoerente e ilegítimo. Por mais que eu me esforce, eu não entendo, pois para mim, o que for podre deve se quebrar. Quebrar estátuas de falsos líderes mortos é uma coisa, mas desmascarar enganadores que estão em atividade no poder, é fundamental, mesmo mesmo que sejam da oposição.
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Paulo Miranda Pereira
Comentário ·
há 11 anos
Fim do Exame de Ordem volta a ter força na Câmara dos Deputados
Ronaldo França Viana
·
há 11 anos
Para mim, existem duas proposições sem respostas. A primeira questão é a aderência do grau de conhecimento do indivíduo e sua performance em testes massivos? (Em contra ponto à justificativa do grande filtro está no acentuado número de pessoas sabem apenas não cair nas pegadinhas do concursos, mas como profissionais deixam muito a desejar. Do outro lado estão as perdas de possíveis ótimos profissionais que apenas caem nas pegadinhas de concurso). A outra vertente mais daninha é a mutação das escolas profissionais que começam responder a esta visão limitada e grotesca, tornando-se numa instituição preparatória, os chamados cursinhos pré exame da OAB. Por que mesmo perder tempo em formar PROFISSIONAIS se ao conseguir 100% porcento de aprovação no exame da ordem, a instituição será sucesso?
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Flávia O. C. Andrade
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